• Unidos em Cristo Faremos Proezas

  • Somos Mortais

    Contam os historiadores que, todas as vezes que os imperadores romanos venciam suas batalhas e voltavam à Roma em triunfo, ao lado deles na biga (aquele carro de duas rodas, puxado por dois cavalos), seguia um sacerdote sussurrando para eles “Lembra-te de que és mortal”, enquanto o imperador seguia sendo aclamado pelo povo.

    Para alguns líderes de nossos dias, faz falta uma figura como a do sacerdote; que os faça lembrar que são mortais, e que as conquistas, as vitórias e o sucesso, só são possíveis por causa do trabalho de toda a equipe.
    A figura do sacerdote também nos leva a outra importante reflexão: Nem sempre os que dizem o que queremos ouvir são aqueles que realmente querem o nosso bem ou que gostam mais de nós. Por isso, não despreze os comentários daqueles que querem o seu bem, mesmo que não sejam as palavras que você gostaria de ouvir.
    . Seja alguém de sucesso, mas jamais permita que ele lhe suba à cabeça. Seja grato e sirva àqueles que o ajudaram a chegar lá. Esteja aberto para ouvir críticas e sugestões, para que possa crescer e mudar com elas.
    Lembre-se: A simplicidade e a humildade são atributos indispensáveis aos verdadeiros líderes..

“Onde estão os teus ACUSADORES?”

“Não julguem, para que vocês não sejam julgados. Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem, também será usada para medir vocês.”      –  Mateus 7:1-2  –

Poucas palavras de Jesus têm sido tão mal aplicadas. O mundo torce este ensino do Mestre para dizer “não se meta na vida dos outros”. Esta idéia parte do relativismo moderno, segundo o qual não há nenhuma verdade absoluta e cada pessoa deve decidir por si só o que é certo e errado. No entanto, Jesus ensinou a seus discípulos que é necessário corrigir irmãos em pecado (Mt 18:15-17). Paulo se admirou que os Cristãos em Corinto tolerassem um membro vivendo abertamente em pecado (1 Cor 5:1-2). Estas e diversas outras passagens confirmam que é necessário julgar no sentido de estar atento para pecado ou erro em nossas vidas e nas vidas dos outros, e agir para que haja arrependimento quando for necessário. O problema principal não é o ato de julgar em si, mas, um espírito crítico, que anda com uma lupa atrás de falhas nos outros, e, quando as vê, condena severamente. Vemos isso no uso da palavra “medida” (do grego “metron”) na segunda frase. Não é o ato de julgar em si, mas, a medida que é usada. Ao vermos um erro ou pecado, se julgamos com misericórdia, confiando que a pessoa quer se arrepender, e nos oferecendo para ajudar, teremos uma reação. Se criticamos com ironia e condenamos com severidade, teremos outra reação. Como é que você quer que Jesus olhe para seus erros?

Pai misericordioso, dou graças ao Senhor por Jesus ser tão paciente e benigno. Louvo seu plano maravilhoso que enviou seu Filho aqui para viver entre nós. Ele sabe como somos tentados e tudo que nós passamos. Peço a ajuda do Senhor para que meu julgamento seja o de Jesus. Que eu possa olhar para outros com a mesma medida de graça que me foi dada por Jesus. Em nome dEle eu oro e agradeço. Amém.

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